segunda-feira, 11 de julho de 2011

auto aceitação

"Certas tradições espirituais falam que a origem do sofrimento está no desejar.entretanto para muitos especialistas a origem do sofrimento está na falta de auto-aceitação. Quando uma pessoa não se aceita como ela é, procura aceitação no mundo externo e imediatamente tenta ser alguém que não é, tenta parecer-se com determinados modelos, tenta construir uma imagem externa diferente do que ela é interiormente. 

Quanto mais nos distanciamos do que somos para tentar ser o que não somos, para tentar ser o que queremos ser ou o que achamos que os outros querem que sejamos, maior é o sofrimento. De fato pretendemos o impossível, um pé de maçãs nunca poderá ser um pé de peras. Não podemos deixar de ser o que somos. O sofrimento vem não tanto de não conseguir ser o que não somos, mas de tentar deixar de ser o que somos.

Neste esforço vai embora nossa vitalidade, a vida perde a graça e o significado e um dia não conseguimos mais nos levantar da cama. O médico diagnostica depressão". 



A historia da aceitação versus não aceitação é antiga. Começa na infância quando a criança precisa de atenção e aceitação como base de sua sobrevivência física e psicológica. Inicialmente ela é espontânea, mas logo percebe que determinadas iniciativas, atitudes e expressões são melhores recebidas e estimuladas enquanto outras podem chegar a ser explicitamente reprimidas, proibidas ou castigadas. Se o grau de aceitação é elevado à criança conservará sua espontaneidade, se aceitará tal como ela é, irá construindo uma personalidade firme e sensível enraizada na sua natureza profunda e considerará a família e por extensão a sociedade e o mundo como algo seguro, amoroso e receptivo para sua auto-expressão. Quando o grau de aceitação é menor começará a desenvolver as atitudes que são aceitas e a inibir as que não o são. Começará a fingir, tratará de ser alguém que no fundo ela não é, não se aceitará, se negará a si mesma e se esforçará para agir com condutas que lhe proporcionem aceitação,.

Infelizmente na família, na escola e diante da TV, aprendemos muitos padrões, aprendemos a imitar, a nos comparar com os outros, mas não aprendemos a ser nos mesmos. 

Crescemos nos distanciando de nossa natureza profunda, assumindo funções como o de bom filho, boa esposa, mãe ou profissional. Falam para nos que temos que nos esforçar para ser alguém. Qual é o esforço que deve fazer o pé de maçãs para ser um pé de maçãs e dar maçãs? Ser o que realmente somos não exige nenhum esforço. Fazer de nosso fazer a expressão de nosso ser não pede desenvolver a força de vontade. Precisamos força de vontade unicamente quando tentamos ser o que não somos ou nos exigimos fazer aquilo que nada tem a ver com nossa natureza interior. Podemos tentar de mil maneiras sermos algo diferente do que somos, mas nunca o vamos conseguir, por isso a escolha não é ser isso ou aquilo, a escolha é ser ou não ser. Ou somos o que realmente somos ou nada somos. 

A procura da aceitação não acaba na infância, a vida se resume no fundo à procura compulsiva e dolorosa da aceitação que só acaba quando a pessoa realmente aceita a si mesma e se permite ser quem ela é, quem sempre foi e sempre será ou quando desiste de buscar aceitação e decide buscar atenção negativa indo contra da sociedade. 

Por exemplo: Uma pessoa que obedecendo a suas crenças, geralmente interiorizadas na infância, não expressa sua raiva, estará atraindo circunstâncias que provocam cada vez mais raiva até que seja impossível não expressá-la. Uma pessoa que não desenvolve seus talentos e insiste em trabalhar em atividades que nada tem a ver com ela, atrairá um chefe mais exigente, uma ampliação de horas de expediente sem remuneração ou até ser demitido o que pode obrigá-la a desenvolver suas capacidades. Finalmente a melhor maneira de desenvolver uma capacidade é precisar fazê-lo, especialmente se disso depende a sobrevivência. 

Quem não se aceita a si mesmo, procurará aceitação lá fora e considerará negativa, rejeitará e sofrerá com as circunstancias que ele interpreta como de não-aceitação e tentará se rodear e se apegará às circunstancias que interpreta como de aceitação. Seu sofrimento virá do medo a perdê-las. Qualquer circunstancia suscitará uma descarga emocional de apego ou rejeição que o dificultará perceber o que esta circunstancia quer mostrar-lhe. 

Quem se aceita o suficiente não ficará preso no “porque acontece isto comigo, coitado de mim”? E será capaz de perguntar-se “para que me acontece isto”? Poderá ser o suficiente para estar atento às circunstancias e aproveitar-las para viver, compreender e resolver os conteúdos que aparecem, e assim crescer. Até que não os compreenda e resolva eles se repetem por mais que queiramos outra coisa.

Nosso crescimento se dá em primeiro lugar superando nossas dificuldades, resolvendo nossos bloqueios e em segundo lugar desenvolvendo nossas capacidades. Por exemplo, um indivíduo com sensibilidade musical, enquanto não resolver sua timidez para apresentar-se frente ao público dificilmente vai realizar-se profissionalmente nessa área. Por isso se queremos realizar-nos, se queremos sair do sofrimento, se queremos ser felizes, não precisamos sair à procura de escolas de conhecimento, gurus ou doutrinas salvadoras, formulas ou soluções mágicas. O que precisamos aprender não é preciso procurar, vem sozinho, é invocado permanentemente pelo inconsciente. 

Pensamos: serei feliz quando tiver um bom emprego, quando editar meu livro, quando encontrar uma pessoa com quem compartilhar a minha vida. Pura mentira. O que pode nos transformar não é o que imaginamos que vai nos transformar. O que vai nos transformar é responder com autenticidade e honestidade a si mesmo, às circunstancias que permanentemente atraímos, prestando especial atenção a aquelas que se repetem incessantemente. No momento que respondemos assim às circunstancias, nos transformamos, já não precisamos mais delas para crescer e deixam de se repetir. 

Num mundo onde se trabalha mais da metade do tempo em que permanecemos acordados nossa qualidade de vida e felicidade vai depender muitíssimo de que o tempo dedicado a trabalhar nos dê ou não gratificação. E isso também depende da auto-aceitação.

Quem não se aceita, buscando a aceitação dos outros, vai se identificando com funções e papéis, aceitando se envolver em qualquer atividade que aparentemente lhe dê o reconhecimento e o dinheiro que precisa. Claro que se envolver tanto tempo por dia numa atividade que pouco ou nada tem a ver consigo mesmo, implica numa falta de significado que produz insatisfação a curto prazo, irritação a médio e uma profunda depressão a longo prazo. 

Quem se aceita vai deixar que sua voz interna o guie através de seus desejos, anelos e impulsos, de maneira que faça o que fizer sempre terá gratificação e significado, pois suas atividades estão enraizadas na sua essência e ainda teremos dois efeitos colaterais. O primeiro é o prazer, de modo que o dinheiro que ganha não o gastará comprando compensações e o segundo são os resultados. Quando fazemos algo que nos dá prazer o fazemos melhor, simplesmente porque não só temos potenciais para fazê-lo, mas que absorvidos na ação não temos presa para obter resultados.

Outra fonte de grandes desgostos e prazeres são os relacionamentos. Quem se aceita a si mesmo, funciona de uma maneira autêntica nos relacionamentos, não precisa manter nenhuma imagem nem agradar ou controlar o parceiro.

Aceitando-nos e ficando a vontade consigo mesmo, poderemos ver e aceitar o outro e estar à vontade com o parceiro. De fato só se formos capazes de estar bem com nós mesmos e sentirmos bem quando estamos sós, poderemos estar a vontade e sentirmos bem com os outros. Se ainda, pelo fato de nos aceitarmos optamos por atividades onde nossos talentos se manifestam e sentimos prazer não buscaremos nos relacionamentos a maneira de preencher um vazio de prazer e de significado. Relacionar-nos-emos não por necessidade, mas para compartilhar nossa abundância interior e todos os relacionamentos onde nos envolvamos serão gratificantes porque no momento que deixem de ser-lo simplesmente se acabam, sem rancores nem lágrimas. O relacionamento se sustenta pela qualidade do momento e não pela necessidade do outro, pelas promessas, documentos, filhos ou intenções.

Se eu não me aceitar minha necessidade de aceitação se viverá de uma maneira especialmente dramática nos relacionamentos. Ficarei o tempo todo perguntando a meu parceiro “o que eu tenho que fazer para ser amado? Como você quer que eu seja e me comporte para que me aceites?” Assim não só minha auto-estima (pouca) estará nas mãos do outro, mas ficarei fingindo o tempo todo, aumentando assim o nível de sofrimento e falta de significado. Se ainda, como vimos antes, meu trabalho não me proporciona prazer, vou encarar o relacionamento como a única fonte de prazer de minha vida, exigindo do parceiro que me preencha de algo que só eu posso preencher. O pressionarei, cobrarei tudo o que eu faço por ele, ou tentarei controlar e manipular. Ficarei atrelado nas migalhas de atenção que possa conseguir, sem perceber que sou o dono da padaria, e meus relacionamentos parecerão mais uma briga de vampiros que qualquer outra coisa.

Em definitiva o fato de se aceitar a si mesmo permite desenvolver as capacidades internas assim como apreender e crescer com as circunstancias. Não se trata de ser melhor ou pior segundo convenções criadas para, em última instancia, manipular, controlar e explorar os povos, mas ser integralmente o que somos. A não aceitação é a origem de um círculo vicioso que leva ao sofrimento, a frustração quando não ao crime ou à loucura.

Não é necessário nenhum esforço para ser o que somos, para sair do sofrimento, para sermos felizes, basta estar atentos. Só podemos estar atentos si estamos no aqui e no agora. A vida só transcorre no aqui e no agora, a transformação só pode acontecer aqui e agora. A maneira mais simples para sair da compulsão mental de estar no futuro ou no passado é observar a respiração que só acontece e só pode acontecer aqui e agora.

Dicas importante para melhorar a auto estima
1. Arrume seu armário e deixe apenas as roupas que lhe servem e que você gosta. Isto demonstra auto-aceitação, importante para quem quer se cuidar e melhorar a auto-estima.

2. Compre uma agenda e anote tudo o que você comer. Assim você terá a idéia exata do que e quanto está comento e assim poderá voltar a confiar em si, sem achar que está engordando ou não está emagrecendo por que come muito…

3. Compre um creme hidratante ou óleo de banho e passe todos os dias pelo corpo todo após o banho. Isso faz com que você tenha a idéia exata do seu corpo ( ajuda na auto-imagem ) e sinta-se bem com ele.

4. Preste atenção em si mesma e valorize-se em outros aspectos como a personalidade, uma parte do corpo de que gosta. Procure ter em mente as suas qualidades.

5. Cuide sempre de sua pele e cabelos. Você vai se sentir mais cuidada e bonita e isso aumentará sua autoconfiança.

6. Arranje prazeres em sua vida, faça mais coisas de que gosta. Agrade-se!

7. Escolha as roupas que vai usar no dia, combine cores, tecidos e modelos. Não use a primeira que estiver em sua frente.

8. Compre um espelho de corpo inteiro. Chega de se olhar só do pescoço para baixo. A auto-aceitação é o melhor caminho para você adquirir autoconfiança. Só emagrece quem se conhece.

9. Não se culpe quando tiver algum comportamento que não deseja. Perdoe-se e procure aprender com a experiência para não repeti-la mais tarde. Culpar-se, xingar-se, não vai resolver este problema, só faz com que você abaixe ainda mais a sua auto-estima.

10. Comece a praticar algum esporte ou caminhada. Quando sentimos que estamos nos cuidando, nossa autoconfiança aumenta.

11. Seja mais exigente. Escolha sempre o que quer para você. Desde a alimentação até suas companhias, trabalho, passeios, etc. Você não é qualquer coisa! Você sempre tem escolhas!

12. Aprenda a dizer não! Não queira agradar a todos sempre. Pense sempre em você, na sua disponibilidade e fale não, quando necessário.

13. Aprenda a se conhecer para fazer as melhores escolhas em sua vida e assim, viver bem consigo mesma. Para isso fique atenta ao que quer ou não, e ao que lhe faz bem ou não.

14. Há casos em que a pessoa precisa de ajuda profissional. Não tenha vergonha em procurar um grupo de apoio ou um terapeuta para aumentar sua autoconfiança.

15. Não confie cegamente na opinião dos outros a seu respeito; tenha autocrítica e veja o que realmente está correto e o que você não concorda. Normalmente as pessoas com autoconfiança rebaixada sempre pensam o pior de si, sem ser verdade.

16. Você pode fazer uma lista de coisas de que gosta em você ( suas qualidades ) e colocar em algum lugar visível, e sempre que se sentir mal, com baixa auto-estima leia a listinha e retome a autoconfiança.

17. Não deixe de aceitar convites para festas e viagens por se sentir “feia” ou menos que as outras pessoas. Ficar em casa não vai ajudar e ainda vai fazer com que você se sinta pior.

18. Faça uma lista das coisas que você quer para si mesma ( em relação a seu corpo, casa, visa,… ), em ordem de prioridades, e vá colocando em prática, tomando atitudes que vão fazer com que seus desejos se realizem. A cada vitória, sua autoconfiança cresce e se fortalece.

19. Use sempre batom, assessórios como brincos, anéis, etc., mesmo que vá ficar em casa. Não se arrume apenas para os outros e sim, principalmente para você. Isso será importante para que você sinta-se sempre arrumada e assim sua auto-estima fica sempre em um nível bom.

20. Aprenda a aceitar elogios. Pessoas com baixa autoconfiança não acreditam quando alguém as elogia. Analise o elogio e veja o que tem de verdade e que você é quem não acha.


obesidade e auto-estima

                                       

auto-estima

as conseqüências relacionadas ao novo padrão de beleza imposto pelo capitalismo podem ser comprovados através de pesquisas e expressados em  números:  dois terços das mulheres entre 15 e 60 anos de idade evitam atividades básicas da vida porque se sentem mal com sua aparência; mais de 92% das garotas declaram querer mudar pelo menos um aspecto físico; nove entre dez mulheres querem melhorar alguma coisa no corpo. Os dados são da pesquisa mundial desenvolvida pela Dove/Unilever, em 2004. A realidade dos números reflete a conseqüência de um padrao de beleza desleal e  cruel. São raras as mulheres satisfeitas com a sua beleza. A maioria corre atrás do padrão estético das beldades que posam para revistas e desfilam na TV. Quem não se encaixa nele - quase 95% - sente-se excluída e humilhada e tende a aceitar qualquer sacrifício em nome da "beleza ideal". Diante desse quadro, cabe perguntar: como homens e mulheres chegaram a esse ponto, depois de Quais são as conseqüências dessa vaidade excessiva? Onde entram as "diferentes" - gordinhas, velhas, negras - nesse sistema? Por que é tão difícil aceitar a diversidade da beleza?

Em busca de respostas, a psicóloga Rachel Moreno escreveu o livro A beleza impossível - Mídia, mulher e consumo (Editora Ágora). Citando o estudo feito pela multinacional da área de cosméticos, ela condena o ataque diário da mídia e faz um alerta: existe uma possibilidade real de o excesso de vaidade se tornar um problema de saúde pública, dada a interferência da mídia, da publicidade e dos interesses do mercado na formação das crianças e adolescentes. "O Padrão de beleza cria um desejo de perfeição, introjetado e imperativo. Ansiedade, inadequação e baixa auto-estima são os primeiros efeitos colaterais desse mecanismo. Os mais complexos podem ser a bulimia e a anorexia", afirma Rachel, lembrando que mesmo as mulheres adultas podem ter sua estabilidade emocional afetada.

A autora propõe uma discussão entre mulheres, homens, pais e educadores sobre a forma como a mídia mexe diariamente com a auto-estima. Ela alerta para os malefícios dessa imposição social e ensina a reconhecer os limites da ditadura da beleza, apontando caminhos para quem deseja se defender dessa influência insidiosa.

As brasileiras em geral, segundo a pesquisa, estão entre as que têm a auto-estima mais baixa - muito provavelmente em conseqüência do modelo de beleza europeu (eurocêntrico) e inalcançável para a realidade nacional,devido a própria origem do povo brasileiro que é na sua maioria mestiço.De acordo com o levantamento, elas se submeteriam a todo tipo de intervenção estética para se sentir belas.

Os dados, explica a autora, podem ser comprovados cotidianamente.Brasil apresenta o maior índice de mulheres que declaram ter feito cirurgia plástica. Outros estudos revelam ainda que a população feminina no Brasil, comparativamente, é a que mais se submete a sacrifícios pela "beleza". Isso inclui dietas, malhação, remédios, cosméticos e toda a parafernália oferecida para alcançar o inalcançável.

"A mulher brasileira busca se aproximar da silhueta típica das européias (mais longelíneas) ou das americanas (de seios mais fartos)". Isso mostra o quão maléfica é a influência da mídia. "As mulheres estão bastante desconfortáveis consigo mesmas. Desconfortáveis e provavelmente com sentimento de culpa. Uma geração com baixa auto-estima. A quem serve isso?", questiona Rachel.

A resposta, segundo ela, é simples: "A verdade é que isso vende. Vende, vende, vende toda a parafernália de produtos, profissionais e serviços que não entregam o que prometem - como, aliás, ocorre com qualquer produto anunciado na mídia que, mais do que qualquer característica, ação ou desempenho, nos promete felicidade, modernidade ou sucesso", explica a psicóloga.

Com depoimentos, reprodução de casos e dados históricos e culturais sobre moda e beleza, o livro reúne argumentos valiosos para combater o massacre diário e midiático. Rachel propõe uma mudança de consciência que beneficiará enormemente as futuras gerações, com mulheres mais autoconfiantes e jovens menos vulneráveis.

Atentas às armadilhas consumistas, as mulheres serão cada vez menos escravizadas pela cobrança estética e mais dedicadas às questões realmente relevantes à sociedade. "É preciso garantir, para além das condições de saúde e bem-estar de todos, a beleza da diversidade e a diversidade da beleza", conclui.


PADRÕES DE BELEZA


PADRÕES  DE BELEZA
A moda é muito transitória. E assim como ela os conceitos de beleza também possuem tal característica, ou seja, o que se considera bonito e atraente em uma mulher não dura pra sempre. Tudo varia dependendo da moda dominante, da cultura de determinada época, da etnia e  gosto pessoal.
As tendências se modificam com extrema velocidade e isso implica em adequações, tanto no modo de vestir quanto na beleza. Verifica-se que o padrão de beleza mudou muito nos últimos tempos. Na época da Renascença o padrão "gordinha" era sinônimo de beleza. Na Idade Média, a idéia de fertilidade imposta como contraponto de uma época de matanças ocorridas nas cruzadas, trazia uma mulher de quadril largo e ventre avolumado.
Mas,na realidade atual é que a beleza, assim como a moda, está relacionada a padrões de magreza impostos pela indústria da moda, a fim de atender as necessidades do fashion business por valorizar a roupa e, por conseqüência, vender mais. A top Gisele Bündchen ilustra essa realidade. Ela, com 52kg e 1.80m, apesar de apresentar cor e saúde está longe de Cindy Crawford, top dos anos 80 que pesava 57kg e media 1.77m de altura. Entre outras coisas os padrões foram de um corpo curvilíneo para um arquétipo mais andrógeno, isso sem falar no aumento expressivo do número de artigos sobre dietas presentes nas revistas femininas mais lidas em todo o mundo,e muitas dessas dietas não possuem  nenhuma comprovação cientifica.
A industria da moda e industrias ligado a beleza,utilizam a mídia como principal meio de divulgação de suas ideologias,impondo padrões de beleza surreais e impossíveis para a maioria das mulheres,pois não levam em consideração as particularidades dos indivíduos,como cor,peso,genética e etc...
    Esse padrão de beleza surreal se deve em grande parte pela manipulação de imagem e vídeos utilizando maquiagens especiais e programas de computador como o photoshop. Com a finalidade de retirar todas as imperfeições da modelo,  com isso passam uma imagem totalmente distorcida da realidade.


                         MADONA?                MADONA
Como conseqüência desse novo padrão de beleza, uma ânsia pela busca do corpo perfeito tem levado muitas mulheres a tomar atitudes de autodestruição. Além das cirurgias plásticas realizadas sem qualquer motivo realmente necessario, meninas estão desenvolvendo cada vez mais cedo doenças como aneroxia e bulimia.Deixando um pouco a questão saúde de lado,..
Apesar do desenvolvimento de novos produtos esteticos maiorias dos cosméticos disponíveis no mercado,somente tratam de forma superficial a pele,pois quando as pessoas deixam de usar esses produtos logo seus efeitos desaparecem,são métodos paliativos e muitas vezes caríssimos,as rugas aparecem devido ao processo de envelhecimento natural do organismo, a quantidade de colágeno e elastina diminuem,e são essas proteínas que são responsáveis pela sustentação do tecido conjuntivo,quando eles diminuem começa aparecimento das rugas,não existe no mercado nenhum produto que faça o organismo aumentar a produção de colágeno e elastina.por esse motivo que os cosméticos são de certa forma enganosos.a melhor forma de manter a saúde e a beleza esta nos hábitos alimentares saudáveis
é importante destacar que a beleza também está ligada a auto-aceitação: Portanto, valorize seus pontos fortes, melhore o que é possível melhorar dentro das suas condições físicas, psicológicas e materiais, afinal, a beleza quem faz somos nós!
                                                                          

O peso das emoções: equilíbrio mente e corpo

               

         O peso das emoções: equilíbrio mente e corpo 


  Para fazer as pazes com a balança, é fundamental estar em paz consigo mesmo. O tratamento adequado não envolve somente a redução de peso, trata-se de uma mudança de comportamento que deve ocorrer de dentro para fora. Emagrecer é muito mais que fazer dietas, praticar exercícios e fazer uso de medicamentos. Consiste na firme disposição de modificar o estilo de vida. Uma educação gradual envolve mudança dos hábitos alimentares, estrutura emocional, manutenção de um peso adequado, e não simplesmente reduzir as calorias por determinado tempo. 

O tratamento envolve reeducação alimentar com baixo valor calórico, hábitos saudáveis e acompanhamento psicológico. Consiste em uma avaliação nutricional abrangente que envolve anamnese alimentar, contendo a história da alimentação, alimentação habitual, intolerâncias, preferências, alergia alimentar; levantamento de dados antropométricos como peso, estatura, dobras cutâneas, perímetros, para classificação do estado nutricional; dados bioquímicos, exames laboratoriais, determinação das necessidades nutricionais individuais e elaboração de plano alimentar. 

A orientação para a prática de atividade física colabora na perda de peso e mobiliza os estoques de gordura do tecido adiposo como também a correção estética, são complementos que colaboram para a redução de medidas, ajudando a aliviar a ansiedade, gerar auto-estima e principalmente melhorar a saúde como um todo. 

O tratamento psicológico possibilita que o individuo se reestruture emocionalmente e aprenda a desenvolver recursos para lidar com suas questões, tornando-o mais reflexivo diante das dificuldades e na busca por soluções, ajuda a superar conflitos emocionais, colabora para ampliar a consciência sobre si mesmo, promove equilíbrio emocional, detecta o ativador da ansiedade que leva a compulsão (o ato de comer é um poderoso redutor de ansiedade) e entre outras coisas ajuda o indivíduo a aprender a lidar e a controlar o que o angustia, para não buscar refúgio na comida, pois tal mecanismo gera mais angústia, pela culpa. 

PSICOLOGIA E OBESIDADE




                         Psicologia e obesidade

   Existem vários fatores que podem levar um indivíduo ao aumento de peso ou à obesidade: é uma doença de múltiplas causas. Pode ocorrer por meio de alterações hormonais, genéticas, ambientais e também - o que muita gente custa a aceitar - psicológicas seja como causa ou efeito. É um fato científico comprovado que as perturbações psíquicas têm papel fundamental na gênese da obesidade.

As dificuldades afetivas podem precipitar, em pessoas vulneráveis, alteração no comportamento alimentar, levando-as a comer além do necessário ou até compulsivamente. Neste sentido o alimento substitui o afeto perdido e o indivíduo encontra certo alívio através de um excesso que "preenche" o vazio emocional. 

Pessoas ansiosas, depressivas e estressadas, que se sentem rejeitadas, sozinhas, que sofrem perdas ou passam por qualquer conflito emocional, como frustrações ou insatisfações, são as mais propensas a desenvolver a obesidade psicológica. Tais conflitos colaboram para que o indivíduo compense esses problemas aumentando o consumo de determinados alimentos altamente calóricos, como doces e principalmente o chocolate, que induz o organismo a secretar mais serotonina, hormônio que causa sensação de prazer e bem-estar.

Em situações de estresse, por exemplo, o corpo secreta um hormônio chamado cortisol, que libera aminoácidos do músculo, levando-os até o fígado, onde os transforma em açúcar e, posteriormente, em gordura. Em paralelo, a pessoa retém líquidos e acumula tecido adiposo (gordura corporal), principalmente na região do abdômen. Por este motivo há algumas pessoas que não comem quase nada e, ainda assim, engordam: o organismo já está totalmente desregulado. O que favorece maior instabilidade emocional provocada pela alteração da imagem física. 

Sentindo-se gorda, a pessoa começa a recorrer a tratamentos mágicos, um hormônio emagrecedor, uma operação, uma medicação ou as tão divulgadas fórmulas e soluções milagrosas. 

Assim, na dinâmica do conhecido "efeito sanfona", ora estão muito gordas, ora muito magras. Estas pessoas tendem a desenvolver, quando não tratadas, distúrbios no comportamento alimentar, relacionados a fatores inteiramente emocionais, como Bulimia, Anorexia além do chamado Transtorno do Comer Compulsivo que leva á obesidade. 


domingo, 10 de julho de 2011

perigo da perde rápida de peso


PERIGOS DA PERDA RÁPIDA DE PESO(dietas da moda)
A agilidade prometida por algumas dietas que estão na moda,como a do tipo sanguíneos,dieta da proteína,dieta da lua e etc.. são alguns dos exemplos que  pode transformar um emagrecimento rápido em motivo de dor de cabeça e decepção. As dietas da moda não levam em consideração as particularidades do individuo,como características hereditárias,fatores emocionais,e etc..,a maiorias das dietas prometem “verdadeiros milagres” no que diz respeito a perda rápida de peso,supervalorizando o produto e cobrando preços  elevados,sem que exista uma comprovação cientifica ou mesmo clinica dos seus supostos benefícios. Quem avisa é o medico Dráuzio varela,consultor da globo. Ele diz que os programas alimentares que prometem fazer as pessoas perderem mais de 5 quilos por mês são uma enganação: "Isto é geneticamente impossível. Não acreditem nesta besteira de spas e dietas de TV".
      "O paciente não precisa passar fome, nem tomar laxantes e chás com efeito diurético. Isto somente faz com que a água do organismo vá embora e a gordura fique, resultando no famoso efeito ioiô ou sanfona (engorda e emagrece). Pode-se comer absolutamente tudo, sem restrições, inclusive frituras e doces. Mas é preciso moderação, autocontrole e, acima de tudo, disciplina. O endocrinologista garante que os resultados são lentos - a pessoa perde de 750g a 1 kg por semana - porém definitivos.
Muitos spas e clinicas especializadas em emagrecimento usam aparelhos super modernos e caros parar promover a queima rápida de gordura localizada, no momento da aplicação é visível o resultado da perda de alguns centímetro de cintura, entretanto a perda de centímetros na cintura se deve em grande parte pela perda de água e não pela queima de gordura    em si, 

SONO,FOME,SACIEDADE E METABOLISMO


Sono,Fome,saciedade e metabolismo

A privação do sono aumenta a ingestão de alimentos gordurosos, principalmente em mulheres.  Mas será que esse consumo aumentado é só de gorduras ou é de alimentos em geral? Qual o mecanismo envolvido neste processo?
Há basicamente dois hormônios que fazem a regulação do apetite/saciedade e do sono: a serotonina e a melatonina, respectivamente. A serotonina é um hormônio que tem como funções principais atuar na regulação do apetite, da ansiedade, da atividade motora, do ritmo biológico, da aprendizagem e da memória. É justamente nas alterações deste hormônio que aparecem depressão e tensão pré-menstrual. A partir da serotonina, sintetizamos o outro hormônio, a melatonina. Este, por sua vez, participa de diversos processos, como o controle do ritmo circadiano, do ciclo sono-vigília, da resposta imunológica, além de ser antioxidante.
Quando nos privamos de sono, o metabolismo da melatonina fica alterado, o que consequentemente altera a serotonina. Ao acordarmos com a produção de serotonina alterada, não há controle adequado do mecanismo de fome/saciedade, o que nos faz ingerir quantidades maiores de alimentos. Isso, por sua vez, altera a produção de melatonina no final do dia, desregulando novamente o sono, promovendo uma reação em cascata com a serotonina. Desse modo, há alteração de todas as funções exercidas por esse dois hormônios. Por isso, uma boa noite de sono é fundamental para garantir não só a regulação da fome/saciedade, como também de diversos outros processos, contribuindo para o equilíbrio do organismo.
Para sintetizarmos esses hormônios, precisamos de vários nutrientes. A serotonina é diretamente sintetizada a partir do aminoácido triptofano, encontrado principalmente em banana, feijão-preto e oleaginosas. Para que essa reação seja eficiente, são necessários os seguintes nutrientes:
•Ácido fólico: encontrado em vegetais folhosos verde-escuros, gema de ovo;
•Vitamina B12: encontrada em produtos de origem animal;
•Vitamina B6: disponível em cereais integrais, oleaginosas, aveia;
•Magnésio: presente em vegetais folhosos verde-escuros, oleaginosas, cereais integrais;
Além desses nutrientes, também precisamos de carboidratos de boa qualidade e integrais. Portanto, dietas pobres em carboidratos podem ser prejudiciais para a regulação da produção de serotonina e melatonina, alterando o sono e o apetite.
Uma vez que esses hormônios exercem papel importante na regulação de outras funções, uma noite bem dormida garante também outros benefícios, como a melhora no humor, previne depressão, melhora atividade anti-inflamatória, prevenindo desordens de origem inflamatória (obesidade, diabetes melitus, hipertensão, etc), entre muitos outros.
Em relação ao metabolismo,
Chama-se metabolismo a capacidade do corpo de transformar as calorias dos alimentos na energia para viver. . 
O metabolismo é mais ativo no decorrer do dia e cai significativamente após as 23 horas, quando mesmo o metabolismo em repouso é diferente entre os indivíduos.
 
O sistema enzimático, um componente do metabolismo, também atua diferente em cada pessoa e quanto maior a sua atividade maior a capacidade do corpo de produzir gordura.
 
Por isso há quem coma muito e não engorde, enquanto com outros acontece o contrário.
Fatores como idade, sexo, quantidade de gordura corporal, formas de se alimentar, exercício físico e clima influem no metabolismo.
 
No inverno produzimos mais o hormônio tireoidiano, responsável pela geração de calor para o corpo e precisamos mais alimentos.
 
No verão perdemos mais calorias nas atividades diárias e o mecanismo da saciedade é mais eficiente; com uma quantidade menor de comida ficamos satisfeitos.
 
Nos homens o hormônio testosterona ajuda a preservar a musculatura livre de gordura.
Já as mulheres, de um modo geral, têm mais massa gordurosa e menos músculos e padecem de oscilações hormonais durante toda a vida, o que determina variações no metabolismo que podem levar à obesidade.
Quando a ingestão e o consumo de energia são mais ou menos iguais o peso corporal do indivíduo se mantém praticamente constante.
Por isso em pessoas com metabolismo normal, o tratamento do excesso de peso será direcionado para a quantidade de calorias ingeridas e para o consumo da energia.
Para pessoas com metabolismo lento, as quais têm mais facilidade de ganhar peso, várias estratégias de tratamento como o tipo de dieta, o uso de suplementos e mudanças de estilo de vida serão utilizadas para promover a perda do peso.

O Controle do Apetite
Uma rede de interações de três níveis reflete-se no apetite.
 
1 – O psicológico e comportamental com os componentes educacionais e afetivos, pois o paladar, o olfato e as preferências alimentares são influenciados pelo ambiente.
2 - O fisiológico e o metabólico que resultam das necessidades dos sistemas orgânicos.
3 - As interações do psicológico e do metabólico com a química cerebral.
As sensações de fome e saciedade dependem de várias substâncias que agem em diversas regiões desta rede.
 
São elas:
Leptina – secretada pelas células gordurosas é conhecida como o hormônio da saciedade. A insônia diminui a sua produção.
NPY – neuropeptídio produzido no cérebro é um potente indutor da fome.
Endocabinóides – neuropeptídios com ações sobre as sensações de prazer e saciedade.
Orexina – envolvida nos ciclos do sono e da vigília e no controle do apetite.
Grelina – o hormônio da fome, produzida no estômago ela avisa o cérebro que esta na hora de comer. A insônia aumenta a sua produção.
PYY - sintetizado no intestino é o hormônio que leva ao cérebro a informação da saciedade.
A fome normal aparece na maioria das pessoas 3 ou 4 horas após a última refeição.
 
Quando comemos, os alimentamos, ao entrarem no intestino, determinam uma mensagem para o cérebro avisando a hora de parar.
 
Esse mecanismo é regulado pela leptina.
Pessoas severamente obesas desenvolvem “resistência” à leptina, condição na qual esse hormonio é incapaz de induzir à saciedade.

O Estresse e o Apetite:
O estresse é um mecanismo de adaptação, mas, freqüentemente desequilibra o organismo.
A pressão do dia-a-dia muda a química do cérebro e as pessoas engordam a partir de situações de estresse que deflagram comportamentos ansiosos e compulsivos.
Na verdade elas não sentem fome, mas problemas com a saciedade, ou seja, comem não se sentem satisfeitas e continuam comendo.
 
É que sob tensão, o hipotálamo induz à hipófise a produzir o hormônio adrenocorticotrofina (ACTH) que no sangue aciona as glândulas supra-renais a fabricarem o cortisol, o hormônio do estresse.
 
Cortisol elevado por longos períodos potencializa processos inflamatórios que determinam alterações do centro da saciedade.
 
Diminuem então os níveis de dopamina e serotonina que são envolvidos com a sensação de saciedade e em decorrência advém o desejo de comer alimentos ricos em carboidratos.
O cortisol favorece ainda a armazenagem de gordura nos adipócitos, as células gordurosas.

A Resistência a Insulina
A insulina produzida pelo pâncreas é liberada depois das refeições, principalmente quando os alimentos contêm alta carga glicêmica(carboidratos), e se encaixa em proteínas das superfícies celulares chamadas "receptores de insulina".
 
As células então se abrem e deixam entrar a glicose que participa de reações químicas sucessivas até se transformar em energia ou ser estocada na forma de glicogênio (no fígado e nos músculos) ou de gordura no tecido adiposo.
Dietas inadequadas ativam enzimas que impedem a insulina de transportar a glicose para o interior celular.
 
Isso eleva os níveis de glicose no sangue o que induz o pâncreas a fabricar mais insulina.
 
Essa insulina, no entanto, não é identificada pelo cérebro (resistência) o que faz aumentar a fome e diminuir o gasto de energia do organismo.
Nestas situações os níveis de insulina e glicose no sangue permanecem elevados e as células do tecido adiposo aumentam a produção de gordura.

A Tireóide e o Metabolismo.
O bom funcionamento da tireóide depende do iodo adquirido com a alimentação.
 
Tanto a falta quanto o excesso desse mineral podem causar danos à glândula.
Entre outras ações a tireóide é responsável por ritmos como o da temperatura do corpo, dos batimentos cardíacos, dos ciclos menstruais, da eliminação de líquidos, do funcionamento intestinal e do controle do peso corporal.
É a tireóide que faz a sintonia fina do metabolismo sendo sensível a qualquer mudança brusca na ingestão alimentar.
Se passarmos fome, a primeira coisa que a tireóide faz é reduzir a taxa metabólica para poupar energia e em seguida ela também diminui o ritmo da digestão dos alimentos.
O metabolismo (consumo de energia pelo organismo), então cai de tal forma que, mesmo praticando exercícios físicos, a queima de calorias é mais lenta.
Por isso, quando desejamos emagrecer, o ideal é perder no máximo quinhentas gramas ou um quilo e meio no maximo por semana de modo a não permitir que a tireóide reduza a taxa metabólica.
 
Como toda a refeição fornece a tireóide um estímulo para produzir seus hormônios não devemos passar lomgos períodos sem nos alimentar


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sábado, 9 de julho de 2011

conseqüências do excesso de peso

conseqüências do excesso de peso
A relação entre obesidade e complicações médicas é bem definida. À medida que aumenta o peso corporal, o risco de determinadas entidades mórbidas aumenta significativamente. A incidência de hipertensão arterial na obesidade é maior do que em indivíduos de peso corporal mais baixo. De todas as seqüelas anormais da obesidade, o diabetes mellitus é a complicação mais bem documentada. A associação entre obesidades e as dislipidemias também são achados freqüentes como hipertrigliceridemias e hipercolesterolemias. 
As varizes de membros inferiores estão presentes em 28,7% dos casos e as osteoatroses em 27,6% e as dermatites intertriginosas bem como a hiperuricemia e a colecistopatia crônica calculosa também são patologias freqüentemente encontradas. 
Doenças relacionadas a pessoas com excesso de peso:
Um acúmulo exacerbado de gordura afeta o metabolismo, desregulando as funções normais. Sendo assim, indivíduos obesos (*IMC > 30 Kg/m²) apresentam um risco maior para o desenvolvimento de várias doenças, tais como:
Hipertensão arterial: elevação da pressão sangüínea, com níveis iguais ou acima de 140/90 mmHg ("14 por 9");
Doenças cardiovasculares: infarto, angina (dor no peito), aterosclerose (acúmulo de gordura nos vasos), derrame;
Doenças respiratórias: falta de ar, intolerância ao esforço físico;
Dislipidemia: colesterol elevado, triglicérides alto;
Litíase biliar: pedra na vesícula biliar;
Problemas nas articulações: excesso de sobrecarga nos membros inferiores (joelho, tornozelo);
Diabetes tipo II: resistência à insulina;
Câncer: os mais comuns são de mama, de cólon, de próstata.
Da mesma forma que o excesso de peso não é bem vindo, uma pessoa que esteja com o peso muito abaixo do esperado (*IMC < 18,5 Kg/m²) também pode manifestar alterações como:
Deficiência de vitaminas: uma dieta muito restrita, que elimine totalmente os alimentos gordurosos, pode acarretar falta de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K), responsáveis por diversas funções importantes no organismo;
Deficiência de minerais: a carência de certos minerais pode desencadear problemas como, a anemia, osteoporose, unhas e cabelos quebradiços;
Compulsão alimentar: a ansiedade em se manter muito magra ou em atingir o peso desejado pode levar a transtornos alimentares como bulimia (definida de maneira simples como episódios de consumo exagerado, seguido de vômito), anorexia (caracterizada principalmente pela recusa em ingerir alimentos);
Desequilíbrio hormonal: amenorréia (ausência de menstruação).



dietas, porque não funcionam?


Mecanismos de auto-regularão do organismo.

As dietas da moda podem até emagrecer, mas
não fazem bem à saúde. Na verdade, quando se fala
em regimes, a maior novidade é a falta de novidade:
uma alimentação equilibrada e parcimoniosa (REVISTA VEJA
)
Quem vive em guerra contra a balança, alimenta o sonho de que, num futuro próximo, aparecerá uma pílula milagrosa que o fará acordar magro. Enquanto isso não acontece, o sonhador adere a dietas que trombeteiam a revogação de uma lei tão natural quanto a da gravidade – a de que só é possível emagrecer se o consumo de calorias for menor que o gasto de energia.. A espécie humana desenvolveu durante sua evolução vários mecanismo de sobrevivência, que estao inserido dentro do sistema de auto regulação do organismo,um exemplo simples de auto regulação é o suor, quando nosso corpo estar super aquecido ,suamos para restabelecer a temperatura normal do nosso organismo.
No caso da perda rápida e excessiva de peso o nosso organismo percebe isso como aversivo (prejudicial),e usa vários mecanismo para evitar essa perda rápida de peso,primeiramente o organismo diminui o metabolismo,com isso ele consegue diminuir o gasto de energia,e aumenta a sensação de fome,com isso aumentando a sensação de ansiedade,e conseqüentemente a compulsão tornado quase incontrolável a vontade de comer aquele pedaço de bolo na geladeira.
Esses mecanismos estão relacionados com a manutenção do maior peso que a pessoa já teve,em outra palavra emagrecer é anti natural,pois o organismo humano  esta programado geneticamente para manter o maior peso possível,como forma de sobrevivência da espécie humana. 
Entretanto existe um tempo para o reprogramar o maior peso,esse tempo em media é de 3 anos.


PESO IDEAL

Como saber se estou acima do peso?
                                          
Acima do peso?
  Sempre estamos preocupados com nossos “quilinhos a mais”, cada vez mais o numero de pessoas com problemas relacionados a obesidade aumenta.Má alimentação, ingestão exagerada de alimentos enlatados, sanduíches oriundos dos famosos fast-foods são alguns fatores que contribuem para a elevação exponencial de tais casos.Vários tipos de remédios, alguns ilegais, que vendem com a propaganda de emagrecimento em curto prazo, esses remédios podem causar problemas sérios, levando a pessoa à morte. . Mas como saber se o nosso peso é o ideal? Os médicos realizam estes cálculos facilmente,atraves do cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea), esse cálculo não define exatamente o peso o peso ideal, pois pessoas que praticam atividade física, por exemplo, tente a ter um incide maior de massa corporal, entretanto esta formula nos ajuda estabelecer um padrão, para podemos classificar se a pessoa está abaixo, normal ou acima do peso de acordo com uma tabela de resultados obtidos dividindo o “peso” (Kg) da pessoa pelo resultado da altura x altura. 
Para sabermos o “peso” ideal utilizamos a fórmula de Lorentz, que é dada através do “peso” em função da altura (h) dada em centímetros. Veja a fórmula: 






 

 


Qual será o seu peso ideal?
HOMEM
MULHER
Altura
Peso ideal
1,40
36kg
1,45
41kg
1,50
45kg
1,60
54kg
1,65
59kg
1,70
63kg
1,75
68kg
1,80
72kg
1,85
78kg
1,90
84kg
2,00
95kg
2,10
100kg
Altura
Peso ideal
1,40
33kg
1,45
38kg
1,50
42kg
1,60
50kg
1,65
55kg
1,70
60kg
1,75
64kg
1,80
68kg
1,85
75kg
1,90
80kg
2,00
90kg
2,10
96kg