"Certas tradições espirituais falam que a origem do sofrimento está no desejar.entretanto para muitos especialistas a origem do sofrimento está na falta de auto-aceitação. Quando uma pessoa não se aceita como ela é, procura aceitação no mundo externo e imediatamente tenta ser alguém que não é, tenta parecer-se com determinados modelos, tenta construir uma imagem externa diferente do que ela é interiormente.
Quanto mais nos distanciamos do que somos para tentar ser o que não somos, para tentar ser o que queremos ser ou o que achamos que os outros querem que sejamos, maior é o sofrimento. De fato pretendemos o impossível, um pé de maçãs nunca poderá ser um pé de peras. Não podemos deixar de ser o que somos. O sofrimento vem não tanto de não conseguir ser o que não somos, mas de tentar deixar de ser o que somos.
Neste esforço vai embora nossa vitalidade, a vida perde a graça e o significado e um dia não conseguimos mais nos levantar da cama. O médico diagnostica depressão".
A historia da aceitação versus não aceitação é antiga. Começa na infância quando a criança precisa de atenção e aceitação como base de sua sobrevivência física e psicológica. Inicialmente ela é espontânea, mas logo percebe que determinadas iniciativas, atitudes e expressões são melhores recebidas e estimuladas enquanto outras podem chegar a ser explicitamente reprimidas, proibidas ou castigadas. Se o grau de aceitação é elevado à criança conservará sua espontaneidade, se aceitará tal como ela é, irá construindo uma personalidade firme e sensível enraizada na sua natureza profunda e considerará a família e por extensão a sociedade e o mundo como algo seguro, amoroso e receptivo para sua auto-expressão. Quando o grau de aceitação é menor começará a desenvolver as atitudes que são aceitas e a inibir as que não o são. Começará a fingir, tratará de ser alguém que no fundo ela não é, não se aceitará, se negará a si mesma e se esforçará para agir com condutas que lhe proporcionem aceitação,.
Infelizmente na família, na escola e diante da TV, aprendemos muitos padrões, aprendemos a imitar, a nos comparar com os outros, mas não aprendemos a ser nos mesmos.
Crescemos nos distanciando de nossa natureza profunda, assumindo funções como o de bom filho, boa esposa, mãe ou profissional. Falam para nos que temos que nos esforçar para ser alguém. Qual é o esforço que deve fazer o pé de maçãs para ser um pé de maçãs e dar maçãs? Ser o que realmente somos não exige nenhum esforço. Fazer de nosso fazer a expressão de nosso ser não pede desenvolver a força de vontade. Precisamos força de vontade unicamente quando tentamos ser o que não somos ou nos exigimos fazer aquilo que nada tem a ver com nossa natureza interior. Podemos tentar de mil maneiras sermos algo diferente do que somos, mas nunca o vamos conseguir, por isso a escolha não é ser isso ou aquilo, a escolha é ser ou não ser. Ou somos o que realmente somos ou nada somos.
A procura da aceitação não acaba na infância, a vida se resume no fundo à procura compulsiva e dolorosa da aceitação que só acaba quando a pessoa realmente aceita a si mesma e se permite ser quem ela é, quem sempre foi e sempre será ou quando desiste de buscar aceitação e decide buscar atenção negativa indo contra da sociedade.
Por exemplo: Uma pessoa que obedecendo a suas crenças, geralmente interiorizadas na infância, não expressa sua raiva, estará atraindo circunstâncias que provocam cada vez mais raiva até que seja impossível não expressá-la. Uma pessoa que não desenvolve seus talentos e insiste em trabalhar em atividades que nada tem a ver com ela, atrairá um chefe mais exigente, uma ampliação de horas de expediente sem remuneração ou até ser demitido o que pode obrigá-la a desenvolver suas capacidades. Finalmente a melhor maneira de desenvolver uma capacidade é precisar fazê-lo, especialmente se disso depende a sobrevivência.
Quem não se aceita a si mesmo, procurará aceitação lá fora e considerará negativa, rejeitará e sofrerá com as circunstancias que ele interpreta como de não-aceitação e tentará se rodear e se apegará às circunstancias que interpreta como de aceitação. Seu sofrimento virá do medo a perdê-las. Qualquer circunstancia suscitará uma descarga emocional de apego ou rejeição que o dificultará perceber o que esta circunstancia quer mostrar-lhe.
Quem se aceita o suficiente não ficará preso no “porque acontece isto comigo, coitado de mim”? E será capaz de perguntar-se “para que me acontece isto”? Poderá ser o suficiente para estar atento às circunstancias e aproveitar-las para viver, compreender e resolver os conteúdos que aparecem, e assim crescer. Até que não os compreenda e resolva eles se repetem por mais que queiramos outra coisa.
Nosso crescimento se dá em primeiro lugar superando nossas dificuldades, resolvendo nossos bloqueios e em segundo lugar desenvolvendo nossas capacidades. Por exemplo, um indivíduo com sensibilidade musical, enquanto não resolver sua timidez para apresentar-se frente ao público dificilmente vai realizar-se profissionalmente nessa área. Por isso se queremos realizar-nos, se queremos sair do sofrimento, se queremos ser felizes, não precisamos sair à procura de escolas de conhecimento, gurus ou doutrinas salvadoras, formulas ou soluções mágicas. O que precisamos aprender não é preciso procurar, vem sozinho, é invocado permanentemente pelo inconsciente.
Pensamos: serei feliz quando tiver um bom emprego, quando editar meu livro, quando encontrar uma pessoa com quem compartilhar a minha vida. Pura mentira. O que pode nos transformar não é o que imaginamos que vai nos transformar. O que vai nos transformar é responder com autenticidade e honestidade a si mesmo, às circunstancias que permanentemente atraímos, prestando especial atenção a aquelas que se repetem incessantemente. No momento que respondemos assim às circunstancias, nos transformamos, já não precisamos mais delas para crescer e deixam de se repetir.
Num mundo onde se trabalha mais da metade do tempo em que permanecemos acordados nossa qualidade de vida e felicidade vai depender muitíssimo de que o tempo dedicado a trabalhar nos dê ou não gratificação. E isso também depende da auto-aceitação.
Quem não se aceita, buscando a aceitação dos outros, vai se identificando com funções e papéis, aceitando se envolver em qualquer atividade que aparentemente lhe dê o reconhecimento e o dinheiro que precisa. Claro que se envolver tanto tempo por dia numa atividade que pouco ou nada tem a ver consigo mesmo, implica numa falta de significado que produz insatisfação a curto prazo, irritação a médio e uma profunda depressão a longo prazo.
Quem se aceita vai deixar que sua voz interna o guie através de seus desejos, anelos e impulsos, de maneira que faça o que fizer sempre terá gratificação e significado, pois suas atividades estão enraizadas na sua essência e ainda teremos dois efeitos colaterais. O primeiro é o prazer, de modo que o dinheiro que ganha não o gastará comprando compensações e o segundo são os resultados. Quando fazemos algo que nos dá prazer o fazemos melhor, simplesmente porque não só temos potenciais para fazê-lo, mas que absorvidos na ação não temos presa para obter resultados.
Outra fonte de grandes desgostos e prazeres são os relacionamentos. Quem se aceita a si mesmo, funciona de uma maneira autêntica nos relacionamentos, não precisa manter nenhuma imagem nem agradar ou controlar o parceiro.
Aceitando-nos e ficando a vontade consigo mesmo, poderemos ver e aceitar o outro e estar à vontade com o parceiro. De fato só se formos capazes de estar bem com nós mesmos e sentirmos bem quando estamos sós, poderemos estar a vontade e sentirmos bem com os outros. Se ainda, pelo fato de nos aceitarmos optamos por atividades onde nossos talentos se manifestam e sentimos prazer não buscaremos nos relacionamentos a maneira de preencher um vazio de prazer e de significado. Relacionar-nos-emos não por necessidade, mas para compartilhar nossa abundância interior e todos os relacionamentos onde nos envolvamos serão gratificantes porque no momento que deixem de ser-lo simplesmente se acabam, sem rancores nem lágrimas. O relacionamento se sustenta pela qualidade do momento e não pela necessidade do outro, pelas promessas, documentos, filhos ou intenções.
Se eu não me aceitar minha necessidade de aceitação se viverá de uma maneira especialmente dramática nos relacionamentos. Ficarei o tempo todo perguntando a meu parceiro “o que eu tenho que fazer para ser amado? Como você quer que eu seja e me comporte para que me aceites?” Assim não só minha auto-estima (pouca) estará nas mãos do outro, mas ficarei fingindo o tempo todo, aumentando assim o nível de sofrimento e falta de significado. Se ainda, como vimos antes, meu trabalho não me proporciona prazer, vou encarar o relacionamento como a única fonte de prazer de minha vida, exigindo do parceiro que me preencha de algo que só eu posso preencher. O pressionarei, cobrarei tudo o que eu faço por ele, ou tentarei controlar e manipular. Ficarei atrelado nas migalhas de atenção que possa conseguir, sem perceber que sou o dono da padaria, e meus relacionamentos parecerão mais uma briga de vampiros que qualquer outra coisa.
Em definitiva o fato de se aceitar a si mesmo permite desenvolver as capacidades internas assim como apreender e crescer com as circunstancias. Não se trata de ser melhor ou pior segundo convenções criadas para, em última instancia, manipular, controlar e explorar os povos, mas ser integralmente o que somos. A não aceitação é a origem de um círculo vicioso que leva ao sofrimento, a frustração quando não ao crime ou à loucura.
Não é necessário nenhum esforço para ser o que somos, para sair do sofrimento, para sermos felizes, basta estar atentos. Só podemos estar atentos si estamos no aqui e no agora. A vida só transcorre no aqui e no agora, a transformação só pode acontecer aqui e agora. A maneira mais simples para sair da compulsão mental de estar no futuro ou no passado é observar a respiração que só acontece e só pode acontecer aqui e agora.
Quanto mais nos distanciamos do que somos para tentar ser o que não somos, para tentar ser o que queremos ser ou o que achamos que os outros querem que sejamos, maior é o sofrimento. De fato pretendemos o impossível, um pé de maçãs nunca poderá ser um pé de peras. Não podemos deixar de ser o que somos. O sofrimento vem não tanto de não conseguir ser o que não somos, mas de tentar deixar de ser o que somos.
Neste esforço vai embora nossa vitalidade, a vida perde a graça e o significado e um dia não conseguimos mais nos levantar da cama. O médico diagnostica depressão".
A historia da aceitação versus não aceitação é antiga. Começa na infância quando a criança precisa de atenção e aceitação como base de sua sobrevivência física e psicológica. Inicialmente ela é espontânea, mas logo percebe que determinadas iniciativas, atitudes e expressões são melhores recebidas e estimuladas enquanto outras podem chegar a ser explicitamente reprimidas, proibidas ou castigadas. Se o grau de aceitação é elevado à criança conservará sua espontaneidade, se aceitará tal como ela é, irá construindo uma personalidade firme e sensível enraizada na sua natureza profunda e considerará a família e por extensão a sociedade e o mundo como algo seguro, amoroso e receptivo para sua auto-expressão. Quando o grau de aceitação é menor começará a desenvolver as atitudes que são aceitas e a inibir as que não o são. Começará a fingir, tratará de ser alguém que no fundo ela não é, não se aceitará, se negará a si mesma e se esforçará para agir com condutas que lhe proporcionem aceitação,.
Infelizmente na família, na escola e diante da TV, aprendemos muitos padrões, aprendemos a imitar, a nos comparar com os outros, mas não aprendemos a ser nos mesmos.
Crescemos nos distanciando de nossa natureza profunda, assumindo funções como o de bom filho, boa esposa, mãe ou profissional. Falam para nos que temos que nos esforçar para ser alguém. Qual é o esforço que deve fazer o pé de maçãs para ser um pé de maçãs e dar maçãs? Ser o que realmente somos não exige nenhum esforço. Fazer de nosso fazer a expressão de nosso ser não pede desenvolver a força de vontade. Precisamos força de vontade unicamente quando tentamos ser o que não somos ou nos exigimos fazer aquilo que nada tem a ver com nossa natureza interior. Podemos tentar de mil maneiras sermos algo diferente do que somos, mas nunca o vamos conseguir, por isso a escolha não é ser isso ou aquilo, a escolha é ser ou não ser. Ou somos o que realmente somos ou nada somos.
A procura da aceitação não acaba na infância, a vida se resume no fundo à procura compulsiva e dolorosa da aceitação que só acaba quando a pessoa realmente aceita a si mesma e se permite ser quem ela é, quem sempre foi e sempre será ou quando desiste de buscar aceitação e decide buscar atenção negativa indo contra da sociedade.
Por exemplo: Uma pessoa que obedecendo a suas crenças, geralmente interiorizadas na infância, não expressa sua raiva, estará atraindo circunstâncias que provocam cada vez mais raiva até que seja impossível não expressá-la. Uma pessoa que não desenvolve seus talentos e insiste em trabalhar em atividades que nada tem a ver com ela, atrairá um chefe mais exigente, uma ampliação de horas de expediente sem remuneração ou até ser demitido o que pode obrigá-la a desenvolver suas capacidades. Finalmente a melhor maneira de desenvolver uma capacidade é precisar fazê-lo, especialmente se disso depende a sobrevivência.
Quem não se aceita a si mesmo, procurará aceitação lá fora e considerará negativa, rejeitará e sofrerá com as circunstancias que ele interpreta como de não-aceitação e tentará se rodear e se apegará às circunstancias que interpreta como de aceitação. Seu sofrimento virá do medo a perdê-las. Qualquer circunstancia suscitará uma descarga emocional de apego ou rejeição que o dificultará perceber o que esta circunstancia quer mostrar-lhe.
Quem se aceita o suficiente não ficará preso no “porque acontece isto comigo, coitado de mim”? E será capaz de perguntar-se “para que me acontece isto”? Poderá ser o suficiente para estar atento às circunstancias e aproveitar-las para viver, compreender e resolver os conteúdos que aparecem, e assim crescer. Até que não os compreenda e resolva eles se repetem por mais que queiramos outra coisa.
Nosso crescimento se dá em primeiro lugar superando nossas dificuldades, resolvendo nossos bloqueios e em segundo lugar desenvolvendo nossas capacidades. Por exemplo, um indivíduo com sensibilidade musical, enquanto não resolver sua timidez para apresentar-se frente ao público dificilmente vai realizar-se profissionalmente nessa área. Por isso se queremos realizar-nos, se queremos sair do sofrimento, se queremos ser felizes, não precisamos sair à procura de escolas de conhecimento, gurus ou doutrinas salvadoras, formulas ou soluções mágicas. O que precisamos aprender não é preciso procurar, vem sozinho, é invocado permanentemente pelo inconsciente.
Pensamos: serei feliz quando tiver um bom emprego, quando editar meu livro, quando encontrar uma pessoa com quem compartilhar a minha vida. Pura mentira. O que pode nos transformar não é o que imaginamos que vai nos transformar. O que vai nos transformar é responder com autenticidade e honestidade a si mesmo, às circunstancias que permanentemente atraímos, prestando especial atenção a aquelas que se repetem incessantemente. No momento que respondemos assim às circunstancias, nos transformamos, já não precisamos mais delas para crescer e deixam de se repetir.
Num mundo onde se trabalha mais da metade do tempo em que permanecemos acordados nossa qualidade de vida e felicidade vai depender muitíssimo de que o tempo dedicado a trabalhar nos dê ou não gratificação. E isso também depende da auto-aceitação.
Quem não se aceita, buscando a aceitação dos outros, vai se identificando com funções e papéis, aceitando se envolver em qualquer atividade que aparentemente lhe dê o reconhecimento e o dinheiro que precisa. Claro que se envolver tanto tempo por dia numa atividade que pouco ou nada tem a ver consigo mesmo, implica numa falta de significado que produz insatisfação a curto prazo, irritação a médio e uma profunda depressão a longo prazo.
Quem se aceita vai deixar que sua voz interna o guie através de seus desejos, anelos e impulsos, de maneira que faça o que fizer sempre terá gratificação e significado, pois suas atividades estão enraizadas na sua essência e ainda teremos dois efeitos colaterais. O primeiro é o prazer, de modo que o dinheiro que ganha não o gastará comprando compensações e o segundo são os resultados. Quando fazemos algo que nos dá prazer o fazemos melhor, simplesmente porque não só temos potenciais para fazê-lo, mas que absorvidos na ação não temos presa para obter resultados.
Outra fonte de grandes desgostos e prazeres são os relacionamentos. Quem se aceita a si mesmo, funciona de uma maneira autêntica nos relacionamentos, não precisa manter nenhuma imagem nem agradar ou controlar o parceiro.
Aceitando-nos e ficando a vontade consigo mesmo, poderemos ver e aceitar o outro e estar à vontade com o parceiro. De fato só se formos capazes de estar bem com nós mesmos e sentirmos bem quando estamos sós, poderemos estar a vontade e sentirmos bem com os outros. Se ainda, pelo fato de nos aceitarmos optamos por atividades onde nossos talentos se manifestam e sentimos prazer não buscaremos nos relacionamentos a maneira de preencher um vazio de prazer e de significado. Relacionar-nos-emos não por necessidade, mas para compartilhar nossa abundância interior e todos os relacionamentos onde nos envolvamos serão gratificantes porque no momento que deixem de ser-lo simplesmente se acabam, sem rancores nem lágrimas. O relacionamento se sustenta pela qualidade do momento e não pela necessidade do outro, pelas promessas, documentos, filhos ou intenções.
Se eu não me aceitar minha necessidade de aceitação se viverá de uma maneira especialmente dramática nos relacionamentos. Ficarei o tempo todo perguntando a meu parceiro “o que eu tenho que fazer para ser amado? Como você quer que eu seja e me comporte para que me aceites?” Assim não só minha auto-estima (pouca) estará nas mãos do outro, mas ficarei fingindo o tempo todo, aumentando assim o nível de sofrimento e falta de significado. Se ainda, como vimos antes, meu trabalho não me proporciona prazer, vou encarar o relacionamento como a única fonte de prazer de minha vida, exigindo do parceiro que me preencha de algo que só eu posso preencher. O pressionarei, cobrarei tudo o que eu faço por ele, ou tentarei controlar e manipular. Ficarei atrelado nas migalhas de atenção que possa conseguir, sem perceber que sou o dono da padaria, e meus relacionamentos parecerão mais uma briga de vampiros que qualquer outra coisa.
Em definitiva o fato de se aceitar a si mesmo permite desenvolver as capacidades internas assim como apreender e crescer com as circunstancias. Não se trata de ser melhor ou pior segundo convenções criadas para, em última instancia, manipular, controlar e explorar os povos, mas ser integralmente o que somos. A não aceitação é a origem de um círculo vicioso que leva ao sofrimento, a frustração quando não ao crime ou à loucura.
Não é necessário nenhum esforço para ser o que somos, para sair do sofrimento, para sermos felizes, basta estar atentos. Só podemos estar atentos si estamos no aqui e no agora. A vida só transcorre no aqui e no agora, a transformação só pode acontecer aqui e agora. A maneira mais simples para sair da compulsão mental de estar no futuro ou no passado é observar a respiração que só acontece e só pode acontecer aqui e agora.
Dicas importante para melhorar a auto estima
1. Arrume seu armário e deixe apenas as roupas que lhe servem e que você gosta. Isto demonstra auto-aceitação, importante para quem quer se cuidar e melhorar a auto-estima.
2. Compre uma agenda e anote tudo o que você comer. Assim você terá a idéia exata do que e quanto está comento e assim poderá voltar a confiar em si, sem achar que está engordando ou não está emagrecendo por que come muito…
3. Compre um creme hidratante ou óleo de banho e passe todos os dias pelo corpo todo após o banho. Isso faz com que você tenha a idéia exata do seu corpo ( ajuda na auto-imagem ) e sinta-se bem com ele.
4. Preste atenção em si mesma e valorize-se em outros aspectos como a personalidade, uma parte do corpo de que gosta. Procure ter em mente as suas qualidades.
5. Cuide sempre de sua pele e cabelos. Você vai se sentir mais cuidada e bonita e isso aumentará sua autoconfiança.
6. Arranje prazeres em sua vida, faça mais coisas de que gosta. Agrade-se!
7. Escolha as roupas que vai usar no dia, combine cores, tecidos e modelos. Não use a primeira que estiver em sua frente.
8. Compre um espelho de corpo inteiro. Chega de se olhar só do pescoço para baixo. A auto-aceitação é o melhor caminho para você adquirir autoconfiança. Só emagrece quem se conhece.
9. Não se culpe quando tiver algum comportamento que não deseja. Perdoe-se e procure aprender com a experiência para não repeti-la mais tarde. Culpar-se, xingar-se, não vai resolver este problema, só faz com que você abaixe ainda mais a sua auto-estima.
10. Comece a praticar algum esporte ou caminhada. Quando sentimos que estamos nos cuidando, nossa autoconfiança aumenta.
11. Seja mais exigente. Escolha sempre o que quer para você. Desde a alimentação até suas companhias, trabalho, passeios, etc. Você não é qualquer coisa! Você sempre tem escolhas!
12. Aprenda a dizer não! Não queira agradar a todos sempre. Pense sempre em você, na sua disponibilidade e fale não, quando necessário.
13. Aprenda a se conhecer para fazer as melhores escolhas em sua vida e assim, viver bem consigo mesma. Para isso fique atenta ao que quer ou não, e ao que lhe faz bem ou não.
14. Há casos em que a pessoa precisa de ajuda profissional. Não tenha vergonha em procurar um grupo de apoio ou um terapeuta para aumentar sua autoconfiança.
15. Não confie cegamente na opinião dos outros a seu respeito; tenha autocrítica e veja o que realmente está correto e o que você não concorda. Normalmente as pessoas com autoconfiança rebaixada sempre pensam o pior de si, sem ser verdade.
16. Você pode fazer uma lista de coisas de que gosta em você ( suas qualidades ) e colocar em algum lugar visível, e sempre que se sentir mal, com baixa auto-estima leia a listinha e retome a autoconfiança.
17. Não deixe de aceitar convites para festas e viagens por se sentir “feia” ou menos que as outras pessoas. Ficar em casa não vai ajudar e ainda vai fazer com que você se sinta pior.
18. Faça uma lista das coisas que você quer para si mesma ( em relação a seu corpo, casa, visa,… ), em ordem de prioridades, e vá colocando em prática, tomando atitudes que vão fazer com que seus desejos se realizem. A cada vitória, sua autoconfiança cresce e se fortalece.
19. Use sempre batom, assessórios como brincos, anéis, etc., mesmo que vá ficar em casa. Não se arrume apenas para os outros e sim, principalmente para você. Isso será importante para que você sinta-se sempre arrumada e assim sua auto-estima fica sempre em um nível bom.
20. Aprenda a aceitar elogios. Pessoas com baixa autoconfiança não acreditam quando alguém as elogia. Analise o elogio e veja o que tem de verdade e que você é quem não acha.
2. Compre uma agenda e anote tudo o que você comer. Assim você terá a idéia exata do que e quanto está comento e assim poderá voltar a confiar em si, sem achar que está engordando ou não está emagrecendo por que come muito…
3. Compre um creme hidratante ou óleo de banho e passe todos os dias pelo corpo todo após o banho. Isso faz com que você tenha a idéia exata do seu corpo ( ajuda na auto-imagem ) e sinta-se bem com ele.
4. Preste atenção em si mesma e valorize-se em outros aspectos como a personalidade, uma parte do corpo de que gosta. Procure ter em mente as suas qualidades.
5. Cuide sempre de sua pele e cabelos. Você vai se sentir mais cuidada e bonita e isso aumentará sua autoconfiança.
6. Arranje prazeres em sua vida, faça mais coisas de que gosta. Agrade-se!
7. Escolha as roupas que vai usar no dia, combine cores, tecidos e modelos. Não use a primeira que estiver em sua frente.
8. Compre um espelho de corpo inteiro. Chega de se olhar só do pescoço para baixo. A auto-aceitação é o melhor caminho para você adquirir autoconfiança. Só emagrece quem se conhece.
9. Não se culpe quando tiver algum comportamento que não deseja. Perdoe-se e procure aprender com a experiência para não repeti-la mais tarde. Culpar-se, xingar-se, não vai resolver este problema, só faz com que você abaixe ainda mais a sua auto-estima.
10. Comece a praticar algum esporte ou caminhada. Quando sentimos que estamos nos cuidando, nossa autoconfiança aumenta.
11. Seja mais exigente. Escolha sempre o que quer para você. Desde a alimentação até suas companhias, trabalho, passeios, etc. Você não é qualquer coisa! Você sempre tem escolhas!
12. Aprenda a dizer não! Não queira agradar a todos sempre. Pense sempre em você, na sua disponibilidade e fale não, quando necessário.
13. Aprenda a se conhecer para fazer as melhores escolhas em sua vida e assim, viver bem consigo mesma. Para isso fique atenta ao que quer ou não, e ao que lhe faz bem ou não.
14. Há casos em que a pessoa precisa de ajuda profissional. Não tenha vergonha em procurar um grupo de apoio ou um terapeuta para aumentar sua autoconfiança.
15. Não confie cegamente na opinião dos outros a seu respeito; tenha autocrítica e veja o que realmente está correto e o que você não concorda. Normalmente as pessoas com autoconfiança rebaixada sempre pensam o pior de si, sem ser verdade.
16. Você pode fazer uma lista de coisas de que gosta em você ( suas qualidades ) e colocar em algum lugar visível, e sempre que se sentir mal, com baixa auto-estima leia a listinha e retome a autoconfiança.
17. Não deixe de aceitar convites para festas e viagens por se sentir “feia” ou menos que as outras pessoas. Ficar em casa não vai ajudar e ainda vai fazer com que você se sinta pior.
18. Faça uma lista das coisas que você quer para si mesma ( em relação a seu corpo, casa, visa,… ), em ordem de prioridades, e vá colocando em prática, tomando atitudes que vão fazer com que seus desejos se realizem. A cada vitória, sua autoconfiança cresce e se fortalece.
19. Use sempre batom, assessórios como brincos, anéis, etc., mesmo que vá ficar em casa. Não se arrume apenas para os outros e sim, principalmente para você. Isso será importante para que você sinta-se sempre arrumada e assim sua auto-estima fica sempre em um nível bom.
20. Aprenda a aceitar elogios. Pessoas com baixa autoconfiança não acreditam quando alguém as elogia. Analise o elogio e veja o que tem de verdade e que você é quem não acha.
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